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Resumo das noticias politica

Varias Fontes

 

A “operação despedida”
A decisão dos ministros do TSE não havia sido confirmada e o prefeito Dário Berger (PMDB) já comemorava a manutenção do cargo. A consulta ao Tribunal Regional Eleitoral, feita em 2003, transformou-se no fator decisivo para que ficasse na prefeitura. Na primeira manifestação, Dário anunciou que começará a Operação despedida, que consiste em uma série de novas ações administrativas, com muitas obras.
– Aguardem-me, vocês conhecerão um novo Dário – afirmou o prefeito, ainda sem saber que uma falha na comunicação fez a ministra Nancy Andrighi declarar que havia votado contra a permanência do prefeito.
O placar de 4 a 1 virou 3 a 3, em um piscar de olhos, o que exigiu o desempate do ministro-presidente Ricardo Lewandowski, favorável a Dário. O resultado apertado revela a divergência entre os ministros, que decidiram por cassações, na forma monocrática, em casos anteriores, e modificaram o voto na sessão de ontem diante de um prefeito de Capital. Quem citar incoerências, não estará errado, tampouco exagerado.
A demora de quase dois anos para analisar a questão também favoreceu Dário, que teve o caso considerado uma exceção à regra .
O prefeito sai fortalecido, ganhou musculatura para fazer o sucessor em 2012. Afirma que recebeu “um tubo de oxigênio”. Dário fará barulho com a pavimentação de ruas e a entrega de escolas, do elevado Rita Maria, além das duplicação da SC-401 e a ampliação da SC-405. Em nova vitória contra o PP, voltou ao jogo graças ao TSE, que deixou dúvidas sobre a sua atuação no ar.
ENTREVERO ENTRE PMDB E PP (mais…)

Resumo Politico

Varias fontes

Mudança no PSB
O presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), o governador Eduardo Campos (Pernambuco), telefonou, ontem, para o secretário estadual de Defesa Civil, Geraldo Althoff, para oficializar a ele o convite para ingressar no partido. A manifestação de Campos ocorreu menos de 24 horas depois de um contato dele com o governador Raimundo Colombo, enquanto este cumpria agenda oficial em Brasília. Na prática, começa a mudança no PSB catarinense para selar o acordo com o futuro PSD. (mais…)

Resumo das Noticias Politicas (várias Fontes)

O fator Vignatti

Em reunião que durou pouco mais de uma hora com a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais), o presidente estadual do PT, José Fritsch, confirmou à saída, ontem, no início da noite, que nenhum encaminhamento sobre cargos federais no Estado havia sido definido. O contexto maior incluía o futuro do ex-deputado Cláudio Vignatti, secretário executivo da pasta comandada por Ideli.
É ponto pacífico entre os petistas que Vignatti não irá permanecer no cargo devido à composição geográfica da aliança em torno da presidente Dilma Rousseff. Não há espaço para dois representantes de Santa Catarina na área nevrálgica de costura das relações entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional, em que pese o desempenho de Vignatti, que recebe inúmeros elogios país afora.
Para Fritsch, que pediu a reunião no dia da posse de Ideli, a expectativa criada em torno do encontro não se concretizou pela ministra ainda estar em processo de avaliação do quadro, que transcende as pretensões dos petistas catarinenses. Fritsch fala em 10 ou 12 cargos no Estado que estariam mapeados pelo partido, sem fazer uma escala de importância.
O presidente do PT estadual descarta, desde já, uma troca de comando na Eletrosul, que, por determinação da presidente Dilma Rousseff, não terá alterações, como em todo o setor elétrico. Eurides Mescolotto está mais forte à frente da estatal do que nunca.
O certo que é que Vignatti deve sair das Relações Institucionais em breve, talvez na próxima semana. Por determinação de Dilma, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, tratará da indicação do próximo posto de Vignatti no governo. Só depois disso é que o catarinense deixará a atual função. Mostra prestígio.
Argumento de defesa (1) (mais…)

Resumo das Noticias Politica

 

Em defesa de Ideli
A ida do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), ontem, teve um viés catarinense: foi marcada por uma defesa da atual ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) pelo senador Luiz Henrique (PMDB). Como Mercadante foi questionado sobre o dossiê que continha informações falsas contra o então candidato a governador de São Paulo José Serra (PSDB), em 2006, Luiz Henrique afirmou que, apesar de ser adversário político de Ideli no período em que foi governador do Estado, teve da então senadora uma postura fiel e que, por isso, não acreditava que ela fosse capaz de participar disso (o dossiê).
O assunto teve forte repercussão depois de reportagem publicada na revista Veja, na edição desta semana, em que colocava Ideli entre os mentores da operação malograda. Mercadante, que foi falar de Economia e Competitividade: a Importância da Inovação, na CAE, também acabou defendido pelo senador peemedebista no episódio pré-eleitoral. A confecção do dossiê gerou a frase célebre do presidente Lula de que todos os petistas envolvidos no episódio eram, na visão dele, “aloprados”.
A manifestação, olhada pelo aspecto político, faz de Luiz Henrique um construtor de novas pontes com o Palácio do Planalto. Mostrou-se um governista, o que pode render retribuições da administração da presidente Dilma Rousseff.
Há, ainda, a aguardada reação de Ideli, que nega o envolvimento no episódio, em que pese a defesa contundente que fez, à época dos fatos, dos companheiros “aloprados”. Um deles o enfermeiro catarinense Jorge Lorenzetti, professor da UFSC, que, de maneira pejorativa, acabou chamado de churrasqueiro de Lula por ter preparado a carne em visitas oficiais à Granja do Torto, entre outras a do líder cubano Fidel Castro. Lorenzetti também negou envolvimento no caso e nem sequer foi indiciado pela Polícia Federal, depois pediu desfiliação do PT. Nada como um governo após o outro.
JUNTOS COM KASSAB (mais…)

Resumo Politico

Varias Fontes – 08/06/2011

BOAS E MÁS NOTÍCIAS
Enquanto o presidente da Eletrosul, Eurides Mescolotto (à esquerda), comemorava a assinatura da concessão da Usina Hidrelétrica Teles Pires, na divisa entre Mato Grosso e Pará, da qual a estatal participa com 24%, de volta à geração de energia, a presidente Dilma Rousseff já sabia do desfecho da crise que envolvia o seu “primeiro-ministro” Antonio Palocci, que anunciaria a demissão minutos depois. Ao lado do ministro Edison Lobão (Minas e Energia), Dilma parecia tranquila no último compromisso antes de confirmada a saída de Palocci. Na lista de boas notícias de Mescolotto também constava a autorização dada pela Aneel para a entrada em operação do primeiro circuito do Complexo Eólico Cerro Chato, em Santana do Livramento (RS), que, quando concluído, poderá atender a 500 mil habitantes. Com relação à paralisação dos servidores da Eletrosul por reivindicação salarial, Mescolotto informou, via assessoria, que o assunto cabe à Eletrobras.
Quase lá
Em Blumenau, PSB e PSD estão mais próximos. O presidente municipal socialista, Marcelo Greuel, tem mantido conversas com o prefeito João Paulo Kleinübing.
Tudo indica que o PSB passará a integrar a equipe de Kleinübing, que já tem ao seu lado o PMDB, o PP e o PSDB, entre outros.
Bem perto (mais…)

Resumo Noticias Políticas

Várias Fontes 27/04/2011

YES, NÓS TEMOS BANANAS!
Passava das 13h30min de ontem, e o almoço da comitiva, que está no Sul do Estado, na visita às secretarias regionais, não havia sido servido. O mostruário de produtos de Praia Grande incluía bananas, iguaria que serviu de alívio estomacal para o vice-governador Eduardo Pinho Moreira e para os secretários Filipe Mello , do Planejamento, e Acélio Casagrande, de Articulação Nacional. O detalhe de que a fruta é orgânica é o que menos importava para o trio que queria espantar a fome.
A bancada tucana se reuniu, ontem, em clima de harmonia depois da calorosa convenção estadual e prestou solidariedade ao colega Marcos Vieira em função das declarações feitas por Leonel Pavan à coluna na edição do domingo passado. Aliás, a entrevista foi o prato principal nas conversas durante o almoço tradicional das terças-feiras. Os deputados não chegaram a falar sobre a debatida possibilidade de fusão com o DEM, mas a ordem, nos bastidores, é que os parlamentares fiquem unidos e resistam às futuras investidas do PSD.
Um almoço decisivo
O ex-senador Jorge Bornhausen não deixou muitas alternativas ao senador José Agripino Maia (RN), presidente nacional do DEM, e ao ex-senador e ex-vice-presidente Marco Maciel, presidente do conselho político da sigla, durante um almoço, ontem, em São Paulo. O encontro, proposto por Bornhausen, foi, nas palavras do ex-senador, uma maneira educada de se manifestar aos ainda companheiros da cúpula demista. Uma continuação da conversa dele e do governador Raimundo Colombo com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre a fusão entre DEM e PSDB, que aganharia o reforço do PPS.
Os argumentos de FHC, de que a oposição deve se voltar para uma estratégia política e mirar a nova e grande classe média brasileira como eleitorado preferencial, em contraponto ao PT, de Lula e Dilma Rousseff, foram os utilizados por Bornhausen como parâmetros para a nova realidade que se impõe a quem não está no governo.
– Sem a fusão, seria muito difícil exercitar o diagnóstico e a receita dados pelo ex-presidente – sentencia Bornhausen, para quem os caminhos precisam ser definidos para assegurar a força de uma oposição unificada.
Os dois convidados ouviram. E, de acordo com Bornhausen, ficaram de dar curso a uma ação de curto prazo em direção à fusão.
Longe das terras paulistas, quando se deslocava de Torres (RS) para Praia Grande (SC), depois de passar por Concórdia, o governador Raimundo Colombo repetia a mesma lógica. No início da visita às secretarias regionais, Colombo salientava que tem “caminho e alternativa” ao pôr a fusão como principal decisão de olho nas eleições municipais de 2012.
O governador afirmou, mais uma vez, que, caso não se concretize a união com os tucanos, o caminho natural é a ida dele e do grupo político que lidera para o PSD, de Gilberto Kassab. Os acontecimentos mostram que o Democratas está moribundo, só não percebe quem não quer.
Contatos (mais…)
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