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Prefeito participa do lançamento do CD Acordes da Lua Nova

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2ª Tarde Folclórica resgata cultura regional

Imbituba – Em busca do resgate da cultura regional, a Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEDUCE), através da Diretoria de Cultura realizou no Ginásio de Esportes Olivar Francisco nesta quarta feira (24) a 2ª Tarde Folclórica que contou com a participação dos Centros Infantis e Escolas Municipais, Comunidade Ativa de Nova Brasília e Centro, E.E.B. Professor Marcílio Dias Santiago e Centro Educacional Engº Francisco João Bocayuva Catão, além da participação do Boi de Mamão de Vila Santo Antônio. Durante toda a tarde aconteceram variadas apresentações como pau de fita, quadrilha, boi de mamão, ratoeira e cantigas de rodas. De acordo com a Secretária de Educação Leda Susana Pamato de Souza através da cultura que todos têm acesso as manifestações e costumes de um determinado povo. “O resgate da cultura através das brincadeiras de nossos avós muito alegra as crianças, por isso, o sucesso do segundo ano do evento”, ressalta.

 

LANÇAMENTO DO GRANDE JORNAL

O Grande Jornal

Nasce mais um veículo de comunicação na cidade de Imbituba, estamos falando do Grande Jornal impresso, cujo  tendo como Diretor Geral e Jornalista Responsável Fernando Carvalho liderando toda uma equipe de bons profissionais em varias áreas de jornalismo e com uma circulação inicial nas cidades de Imbituba, Laguna, Imarui, e Garopaba.
Renildo pioneiro recebe em mãos o primeiro exemplar
Presença de Cristiano Diretor P.M.I. Pastor Beniveo , Vereador Claudio e Pastora Neusa
Everaldo de Paula, Fátima de Souza Martins ex-Secretária de Estado e a  futura advogada Rafaela












Aos olhos do anonimato!
Pagina Aberta   mostra   que     Imbituba tem verdadeiros artistas  que rondam  anônimos, mas muitos presentes em nosso cotidiano  e  que expressam com seu jeito de olhar a natureza    tudo  aquilo   que      aprenderam  com  uma verdadeira mestre na arte ensinar. O nome dos pequenos artistas  infelizmente  não  tenho      como divulgar mas, se você é  um deles tem todo direito de sair do anonimato, e aqui   divulgaremos a arte e o autor aos poucos, até porque a grande mestre eu já tenho o nome:  Marlene Kjellin.






Se acaso você estiver interessado em                                ver mais verdadeiras  obras  










Passado de Imbiutba









Um pouco mais da História de Imbituba clique neste link e ficará sabendo o que significa esta impressão: 
http://nossapaginaaberta.blogspot.com/p/cultura.html

O Pagina Aberta e a pena que escreveu  estórias na história do mundo.
Pagina Aberta mostra uma grande variedade de pena da escrita hoje em dia. Há pena do rollerball, pena de fonte, pena de lingüeta, pena de quill, pena de ballpoint, pena do mergulho, pena do gel, pena de ballpoint do antler, etc. Entre as penas as mais proeminentes os fabricantes são penas de Parker, penas de Mont Blanc, penas do Waterman, pena do Bic, penas transversais e muitas outro. Este instrumento notável da escrita, com a ajuda de que você pode deixar um traço da tinta em uma superfície de papel, é uma parte indispensável de nossa vida. De facto, é uma parte indispensável da cultura humana.
A história de pena da escrita começa dos tempos antigos, aproximadamente do ano 3000 B.C. Foram cortados das hastes da lingüeta. A palavra inglesa “pena” (uma pena da escrita) veio do significado latin “pena do “penna” de um pássaro”. Aconteceu por causa da grande popularidade das penas do ganso, que foram giradas na raiz. Desde VI o século as penas de pássaro têm sido B.C. amplamente utilizadas por muitas civilizações. As melhores amostras foram feitas de penas grandes das cisnes, dos perus e dos gansos. Os achados Archeological nas ruínas Pompeii incluem as variações de bronze de penas da escrita, porém receberam a distribuição larga somente para o fim XVIII do século. Depois que as penas de um século com um sistema capilar, ou simplesmente as penas de fonte, foram inventadas pelo Waterman de L.E., um vendedor de New York de bens da escrita. O Birô de Laszlo, levando em consideração os últimos métodos da fabricação dos rolamentos de esferas para máquinas e armas, adicionou o mecanismo da esfera aos capilares e apresentou a pena de ballpoint ao mundo em 1944. A empresa Pentel dos artigos de papelaria de Tokyo transformou-se a primeira para apresentar a pena felt-tip ao mundo em 1960.
O timeroad da história das pena da escrita tem aproximadamente 6000 anos de comprimento. Estão aqui os marcos miliários principais nele:
Aproximadamente 3000-4000 anos B.C. O homem antigo riscou uma placa úmida da argila com uma vara do bronze ou do osso.
Aproximadamente 3000 anos B.C. de egípcios começaram usar imagens em suas composições. As escovas ou as penas finas da lingüeta foram usadas para fazer inscrição em rolos do papiro.
1300 B.C. romanos usaram pena do metal para escrever em folhas finas de barras de madeira sobre põr cera. As escritas foram apagadas pela outra extremidade da pena.
Idade Média. Os Anglo-Saxons começaram a usar as barras enchidas com a cera aparte do pergaminho. Escreveram com as penas do metal ou do osso, uma extremidade de que sharpened e a outro foi usada suprimindo.
600-1800 os europeus de A.D. encontraram que o uso de pena sharpened mudou o estilo de escrita (escrita). Primeiramente usaram somente letras importantas, mas mais tarde começaram a usar letras pequenas para aumentar a velocidade da escrita. A pena de Quill (pena) do ganso que apareceu pela primeira vez em Sevilha, Spain, foi usada como um instrumento da escrita de 600 a 1800 A.D.
1790ies. O lápis de ardósia foi inventado independente em France e em Austrália.
1800-1850ies. A pena de fonte do metal foi patenteada em 1803, mas a patente não foi usada em finalidades comerciais. As penas de aço foram adotadas extensamente em 1830ies. No metal do 19o século as penas substituíram completamente penas das penas do ganso. Em 1850 o uso de penas de quill diminuiu apreciàvel, porque a qualidade das penas de aço começa mais altamente: suas pontas foram feitas de ligas pesadas com adição de irídio, de ródio, e de ósmio.
O Waterman de Lewis Edson, um agente de seguro, inventou a primeira pena de fonte em 1844.
1888-1916
A invenção a pena de ballpoint é oficialmente datado ao fim do 19o século. Em 1888 John removeu ruidosamente uma patente, em 1916 – Van Vechten Reisberg. Ao contrário de outras patentes estes foram usados em finalidades comerciais.
A invenção da pena de esfera moderna é atribuída ao Birô de Laszlo e ao Birô de George. No verão 1943 as primeiras cópias industriais eram manufacturados. As direitas de patente foram compradas pelo parlamento britânico. As penas de Ballpoint foram usadas por militarias durante a segunda guerra de mundo porque eram mais convenientes e de confiança do que penas de quill.
Em penas de ballpoint 1940ies apareceu no mercado dos EUA. Foram vendidos como as primeiras penas que escreveram debaixo d’água. Os Ballpoints eram um sucesso tremendo. Em um dos grandes departamentos da loja em New York mais de 10.000 penas de ballpoint foram vendidas durante um almoço em outubro, 29 1945.
Em 1953 as primeiras penas de esfera baratas apareceram, quando baron francês Bich de BIC Co, acoplado na fabricação de penas de ballpoint, controlada melhorar o processo tecnológico e as despesas consideravelmente de fabricação abaixadas. As penas do Bic eram muito baratas e tornavam-se logo extremamente populares.
Em 1960 a pena felt-tip foi inventada em Japão. As penas logo felt-tip apareceram no mercado americano e agarraram-no.
As penas de Rollerball apareceram no começo de 1980ies. Tiveram uma esfera movente e puderam usar a tinta líquida que reservou escrever uma linha mais lisa no papel. Progresso tecnológico do fim de 1980ies – os começos de 1990ies melhoraram consideravelmente rollerballs em todos os parâmetros.
Nas penas 1990ies com uma superfície rubberized que se reduzisse pressionar na pena entrou o uso e foram adotados extensamente.
Em 1997 a produção em massa de RingPens foi começada. Estas penas foram desenvolvidas para escrever sem pressionar três dedos nela ao escrever.
O progresso tecnológico não está ainda. E quem sabe que tipo das penas nós escreveremos com em uma década, um século, um milênio…








Mitos

Os mitos são narrativas que possuem um forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de explicações científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas do mundo. Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido a vida e ao mundo. Mito é coisa inacreditável, que não é real. Mito e lenda caminham sempre juntos, e, em geral o mito é que dá origem à lenda.
 Boitatá ou mboitatá ou mboi-tatá (Gênio protetor dos campos) – É uma cobra-de-fogo (boia = cobra + atatá = fogo), que vaga pelos campos, protegendo-os contra aqueles que os incendeiam. Serpente transparente que incandescia como se estivesse queimando por dentro. O padre José de Anchieta, em 1560, é o primeiro a mencionar a boitatá como personagem do mito indígena brasileiro. Esse é o nome dado pelos índios ao fogo fátuo. É um fogo de cor azul-amarelado, que não queima o mato seco e nem tampouco esquenta a água dos rios, o fogo simplesmente rola, gira, corre, arrebentando-se e finalmente apagando-se. ” …Quem encontra a boitatá pode até ficar cego… Quando alguém topa com ela só tem dois meios de se livrar: ou ficar parado, muito quieto, de olhos fechados apertado e sem respirar, até ir-se ela embora, ou, se anda a cavalo, desenrodilhar o laço, fazer uma armada grande e atirar-lha por cima, e tocar a galope, trazendo o laço de arrasto, todo solto, até a ilhapa! ” Lendas do Sul, J. Simões L. Neto


verdade um pouco dela …







APORTAMENTOS DESCOBRIDORES.
Quem os primeiros na costa catarinense, – os portugueses, ou espanhóis? Por mais paradoxal que pareça,  foi o barco francês de Binot Paulmier de Gonneville o primeiro a nos deixar notícias detalhadas sobre um aportamento em Santa Catarina, e que ocorreu em 1504 na Ilha de São Francisco.
 Todavia, especulativamente, podemos determinar que já antes portugueses e espanhóis por aqui passaram, ainda que não tenham deixado notícias tão claras quanto às que deixou o meticuloso francês.
 Além disto, a presença do francês foi pouco mais do que episódica ao passo que os portugueses e espanhóis aqui arribavam com propósitos definidos e aos quais deram continuidade.
 Por mais de um século, uma sucessão de episódios não muito coesos entre si, tecem a história de Santa Catarina, numa seqüência didática de parágrafos. ( post: Pagina Aberta )


É verdade que o Uruguai já fez parte do Brasil?


IMBITUBA E SEU PASSADO






LEYLAH AMADEI
FILHA DO PRIMEIRO PREFEITO DE IMBITUBA






O INICIO!

COISAS DE IMBITUBA!


História de um pescador
O pescador tinha uma porca e sempre a mesma o seguia em suas pescarias até o costão da praia do rosa, em uma de sua s pescarias ao anoitecer ele foi pescar siri e convidou uma de suas sobrinhas que se chamava Tereza para que fosse com ele, e na ida não perceberam que a porca os seguia pois naquela mesma noite estava muito brusca e a coitada da porca por ventura era preta, na dita pescaria enquanto o pescador cocava o siri e jogava o siri para terra a sobrinha ia juntando e colocando no balaio, numa daquelas quando um dos siris caiu por terra, à porca investiu contra um dos siris, já da para adivinhar o que poderia acontecer, então agora vem à parte boa da história… O siri que de manso não tem de nada, grudou no focinho da porca, e foi um desespero só, com grito da porca quebrando o silencio da noite, ouvindo o eco, o pescador se assustou achando que era assombração, correu feito louco em direção a sua casa deixando para traz a sua arte de pesca e a sobrinha, a sobrinha corria e a porca corria atrás dela, eram três desesperados, tio assustado, sobrinha sem saber o que fazer, e a porca com o siri no focinho grudado. Final da história, a sobrinha notou o siri no focinho da porca e não deu tempo de alcançar o pescador para avisar do acontecido, quando ela chegou em casa deu-se por conta que o pescador já estava limpando tudo o que fez com o susto.
História contada pela sobrinha do tal Dorvino Manoel Rosa (Falecido muito conhecido na ibiraquera), nome dela Tereza da Rosa, Minha tia.
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