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Adelor Lessa – Politica no sul de Canta Catarina
Um governo que ainda não começou
O governo de Raimundo Colombo (PSD) iniciou no dia primeiro de janeiro, mas passados quase sete meses de administração, praticamente nada de novo foi feito em Santa Catarina. Pelo contrário. A imagem daquele “bom moço” que foi eleito incontestavelmente pelas urnas ainda no primeiro turno da eleição de 2010, começa a ruir.
Os primeiros 120 dias de administração foram para tomar conhecimento da situação em que se encontrava o estado, mesmo levando-se em conta que este é um governo de continuidade, já que Colombo foi eleito com ajuda de Luiz Henrique da Silveira (PMDB). No entanto, o Governo ainda não “deu as caras”, e não mostrou para que veio.
A partir disso, hipóteses podem ser levantadas. A primeira é de que Raimundo Colombo não imaginava, talvez, a situação crítica financeira em que se encontrava o Governo. A segunda, é de que ele realmente está perdido. E mais: mal orientado. Fato concreto é que a expectativa do povo catarinense de que viveria um novo tempo a partir da vitória daqueles que prometeram colocar as pessoas em primeiro lugar, começa a ter o efeito contrário.
O descrédito nas ruas aumenta a cada dia, e se Raimundo Colombo conseguiu articular muito bem para “cooptar” partidos para a base aliada, esqueceu de combinar o mesmo com o povo. Que os próximos anos de administração digam o contrário. Porém, hoje, este é um governo sem rumo.
OAB defende 15
A direção da OAB de Criciúma passará a defender de maneira oficial, nos próximos dias, o aumento do número de vereadores de 12 para 15. A decisão é consequência da mobilização realizada pela ACIC, em parceria com a CDL e o Sindicato da Construção Civil, no mesmo sentido. Enquanto oposição e situação não se entenderam, as entidades organizadas contribuem para a decisão final.
Adelor lessa
Boeira e Eduardo se reúnem para tratar de aliança PMDB-PT em Criciúma
O deputado federal Jorge Boeira, PT, e o vice-governador Eduardo Moreira, PMDB, se reuniram para discutir a montagem de uma frente de oposição em Criciúma, liderada por PMDB e PT, para disputar a prefeitura em 2012. Nada ficou definido, mas bem encaminhado. Os dois saíram em sintonia.
Não chegou a ser discutida uma proposta de chapa. Apenas a intenção de fazer a aliança. Mas foram avaliados alguns nomes. Inclusive o do próprio Boeira. Ele admitiu ser candidato.
Os dois “pactuaram” que vão trabalhar dentro dos seus partidos a proposta da aliança, e fazer a defesa de que devam ser “escalados” para a eleição os candidatos que estiverem em melhor posição à época.
A reunião foi em Brasília, semana passada. Só teve duas testemunhas. Secretário catarinense de articulação nacional, Acélio Casagrande, e deputado federal Ronaldo Benedet, PMDB.
Eduardo Moreira fez relato da reunião com Boeira, no encontro que teve com vereadores e dirigentes do PMDB de Criciúma, sábado pela manhã.
Ontem, Eduardo disse que a vereadora Romanna Remor, ainda no DEM, deverá definir sobre filiação no PMDB nos próximos dias. Ela tem convite, mas continua avaliando circunstâncias. Se entrar no PMDB, Romanna passará a ser a principal alternativa do partido para disputar a prefeitura. Mas o nome do vereador Luiz Fernando Vampiro, secretário regional, continua no processo.
Pelo PT, além de Jorge Boeira, é considerado o ex-deputado José Serafim.
Saindo a Frente, com PMDB e PT juntos, é provável que a chapa tenha dois destes quatro nomes: Boeira, Serafim, Romanna e Vampiro.
Ausente
Apesar do clima da reunião de Brasília, o deputado Jorge Boeira não apareceu no ato do PMDB para homenagear Lírio Roso. A sua ausência surpreendeu, uma vez que ele havia confirmado que estaria no ato, acertou que iria discursar, o compromisso foi incluído na sua agenda e os dois assessores de imprensa do seu mandato foram para encontrá-lo no local. Ele não apareceu e não justificou. Mas estava em Criciúma, e minutos depois do ato, almoçava em uma churrascaria.
Adelor Lessa – Política no Sul do Estado
Pressionado, Governo decide pagar piso salarial para professores!
A decisão está tomada. O Governo do Estado vai anunciar na segunda-feira, quando voltar a se reunir com o comando de greve dos professores, que passará a pagar o piso salarial como prevê a lei federal, confirmada pelo Supremo Tribunal Federal. Piso “limpo”, sem os chamados “penduricalhos”, que são gratificações, abonos e vantagens.
Desde ontem, técnicos do Governo estão fazendo simulações para ter todos os cálculos sobre o impacto na folha de pagamentos. Previsão é que o estudo completo seja entregue no sábado, ou domingo.
A decisão do Governo, mesmo que seja de passar a cumprir a lei (e pagar o piso), poderá provocar reações entre os professores, porque vai passar a pagar o piso, e nada mais que isso. Ou seja, vai dar aumento apenas para quem ainda não ganha o piso. Não será transferido o mesmo percentual de reajuste para professores que já estejam ganhando mais que o piso.
A decisão do Governo de ceder já no segundo dia de greve, foi desdobramento da pressão violenta que sofreu da sociedade e de políticos da base aliada, que inclui principalmente deputados e prefeitos. Além disso, também pesou a convicção de que mais cedo ou mais tarde vai ter que pagar, e retroativo. Sendo assim, por que o desgaste?
Como o governador Raimundo Colombo só reassume na próxima sexta-feira, a decisão de passar a pagar o piso previsto em lei, e sem “penduricalhos”, será feita na segunda-feira pelo governador em exercício, Eduardo Moreira.
Ontem, segundo dia de greve, praticamente 90% dos professores estavam parados.
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Adelor Lessa – A Política no sul do estado
Edinho negocia com PSD. PMDB diz que se ele ficar, será expulso!
O PMDB de Criciúma passou o dia de ontem tentando diminuir o prejuízo. Presidente da Executiva, Gécio Meller, vai se reunir hoje com os quatro vereadores da bancada, menos Edinho do Sindicato. Pretende definir o que fazer. Mas ontem, ele já antecipava que não há clima para permanência de Edinho no PMDB. Se ele não sair, será expulso.
Edinho já trata de sua ida para o PSD há pelo menos dez dias. Na semana passada, se reuniu com o presidente municipal do DEM, provável presidente do PSD, Celso Menezes. Ontem, voltaria ao assunto, mas com o ex-prefeito Anderlei Antonelli, coordenador regional do DEM, e que está trabalhando na organização do PSD. Na hora marcada, telefonou remarcando para hoje. Só que ele já está até atraindo líderes do PMDB, principalmente suplentes de vereador e dirigentes de associações comunitárias, para acompanhá-lo.
A transferência de Edinho poderá (legalmente) ser feita até o início de junho, para quando foi prorrogada a assinatura na ata de fundação do partido. Vai depender agora apenas da orientação jurídica a respeito de sua permanência na CPI do Esgoto.
Eduardo Moreira já havia dito na terça-feira, que Edinho não ficaria mais no PMDB. Também garantiu que se Edinho for para o PSDB, já que é “da base” do prefeito Salvaro, o PMDB não iria recorrer à Justiça para buscar o seu mandato.
Edinho está em conflito com a direção do PMDB há pelo menos dois anos. Uma das causas é que ele é muito ligado ao prefeito Salvaro e não segue as orientações do partido. Na semana passada, durante a posse de Eduardo Moreira como governador, ele disse que o PMDB faz tempo que está lhe empurrando para fora.
Já sabiam!
Pelo menos dois vereadores do PMDB sabiam, desde o dia anterior, que o vereador Edinho do Sindicato não iria seguir a orientação de Eduardo Moreira e iria se indicar para a CPI. O que confirma que Edinho teve “cobertura” na bancada para fazer o que fez.
Confirmado (mais…)
Adelor Lessa – A politica no sul do estado
Prefeitos só conseguem viabilizar governos com recursos externos
Altair Guidi foi prefeito de Criciúma pela primeira vez entre 1977 e 1982. Fez grandes obras, como Prefeitura, Teatro, Ginásio Municipal, Calçadão, conclusão da Avenida Centenário, muito asfalto no centro e bairros, primeiro canal auxiliar ao rio Criciúma, Acesso Sul à BR-101. Ganhou destaque estadual por isso. Mas só conseguiu pelo apoio que teve do Governo Federal, principalmente da EBTU, que liberou muito dinheiro, e a fundo perdido. Não teria conseguido tudo aquilo apenas com receita própria. Ou melhor. Teria feito muito pouco do que fez.
Praticamente 30 anos depois, aumentou ainda mais a dependência das prefeituras com o Governo Federal. Porque a receita concentrou mais ainda em Brasília. Os números mostram isso com clareza: mais de 54% da receitas geradas ficam com Governo Federal, 27% com governos dos estados e só 18% com as prefeituras.
Em resumo: prefeitura nenhuma faz grandes obras, ou desenvolve projetos relevantes, de transformação, que mude a cara da cidade, sem dinheiro federal. Ou, de um empréstimo ou cooperação do exterior, que é um processo mais complicado.
Por isso, os prefeitos estão cada vez mais viajando para Brasília em busca de recursos. Tem prefeitura que até monta escritório de representação para ficar “garimpando” projetos e recursos nos ministérios. E não tem o que fazer. Dá trabalho, mas é o que estão fazendo as prefeituras que conseguem fazer investimentos de porte.
O que não pode, é buscar no bolso do já apertado contribuinte, o dinheiro que falta na prefeitura para executar obras.
Quem paga a conta!
Vereador Vanderlei Zilli, PMDB, acrescenta um argumento procedente na discussão sobre uso de recursos do contrato do esgoto e a cobrança da tarifa: “quem tem rede de esgoto vai pagar na tarifa o investimento feito em pavimentação em outras ruas e bairros que não receberam rede de esgoto, e por isso não vão pagar nada”.
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Adelor Lessa – A Política no Sul do Estado
Paço agora articula para “abortar” criação da CPI do Esgoto
Na segunda-feira, os operadores políticos do Paço, orientados por telefone, direto da Itália, pelo prefeito Clésio Salvaro, PSDB, passaram à frente da oposição e fizeram protocolar na Câmara de Vereadores o pedido para criação da CPI do Esgoto. Ontem, mudou tudo. A articulação do Paço passou a ser para “abortar” o pedido. Ou seja, foi de um extremo ao outro, em menos de uma semana.
Duas possibilidades para essa mudança de postura.
A primeira: o Paço calculou que teria maioria na CPI, e por isso fez o pedido. Mas a oposição se mexeu, virou votos e garantiu maioria, com direito a fazer presidente e relator. Passou a ser delineada uma derrota política, e um jogo de “alto risco”. Afinal, ninguém sabe como termina uma CPI. Ainda mais quando a oposição é maioria.
A segunda: o Paço já tratou de fazer um pedido de CPI incompleto, sem amparo legal, para ser arquivado depois. Porque só queria “desviar o foco” do debate, naquele momento, baseado em desvio de recursos do contrato para obra do esgoto.
Acontece que a iniciativa do Paço de protocolar o pedido de CPI provocou um “divisor de águas”. E fez contar votos. Estabeleceu a correlação de fora.
Agora, a oposição tem certeza da maioria. E não vai tirar o pé do acelerador. Ontem à noite, a estratégia de “reação” já estava definida. Se for retirado (ou derrubado) o pedido de CPI que está tramitando, um novo será imediatamente protocolado e poderá ser votado no dia seguinte.
Ou seja, esta nova movimentação do Paço pode atrasar o processo em uma semana. Mas agora a CPI parece irreversível.
O motivo (mais…)
Adelor Lessa – A Política no sul do Estado
Dóia é convidado por Bornhausen, fala com Colombo e pode ir para PSD
O deputado estadual Adilor “Dóia” Guglielmi, PSDB, pode ser a “novidade” do PSD no Sul catarinense. Ele foi convidado, pediu prazo para avaliar e está discutindo com aliados na região.
O deputado federal Paulo Bornhausen, secretário de Estado, que é da cúpula do DEM e está organizando o PSD em Santa Catarina junto com o governador Raimundo Colombo, veio a Criciúma, terça-feira à noite, apenas para tratar do assunto com o Dóia.
Pessoas que participaram da reunião, ou tiveram contato em seguida com quem participou, disseram que o clima foi muito positivo e que o deputado foi “receptivo” à proposta. Teria até dado forte sinalização pela ida para o PSD.
Ontem, final da tarde, o deputado conversou com o governador Raimundo Colombo no Centro Administrativo. Mas não há decisão tomada.
A cúpula local do DEM, que está indo em peso para o PSD, não foi comunicada e não participou da “operação” encaminhada por Bornhausen.
Dóia é ligado politicamente ao prefeito Clésio Salvaro, de Criciúma, PSDB, que está na Itália. Antes da viagem, o prefeito também foi estimulado a migrar para o PSD. Mas ele só “registrou”. Não fez qualquer sinalização.
Tem o tio!
Antes de Dóia responder ao “assédio” dos neo-pessedistas, o empresário Henrique Salvaro já se colocou com os “dois pés” no novo partido. Está tratando direto com Anderlei Antonelli, ex-prefeito de Criciúma, coordenador regional do DEM. Acontece que Henrique e Dóia não se falam. Estão rompidos. A eleição de Dóia foi um dos motivos da saída de Henrique do PSDB.
Perguntas (mais…)
Adelor Lessa – A Política no sul do estado
Governo Salvaro articula para fazer presidente e relator da CPI do esgoto
Da Itália, onde está em viagem oficial, o prefeito Clésio Salvaro, PSDB, telefonou para dar a orientação. Tomar a iniciativa de pedir a formação da CPI para tirar da oposição o “discurso perigoso” do caso do esgoto. Assim, o Paço passaria a ter o comando dos debates e poderia encaminhar o assunto de acordo com os seus interesses. No fim da tarde, Itamar da Silva, PSDB, líder do Governo, protocolou pedido de CPI na secretaria da Câmara, e na mesma hora a assessoria de imprensa da prefeitura distribuía a informação.
O prefeito e o Paço trabalham para fazer maioria na CPI, a fim de garantir a presidência e a relatoria para vereadores aliados. Seguindo tradição na Câmara, o presidente será o autor da proposta, Itamar da Silva. Para relator, o Paço quer Edinho do Sindicato, ex-presidente da Câmara, um dos mais fiéis aliados.
Mesmo que o Governo tenha aparente minoria no plenário, esta operação parece possível porque uma CPI deve ser montada com um representante de cada partido. São oito partidos. Como o caso do esgoto envolve a Casan, que é do Governo do Estado, o Paço conta com o PMDB. Sendo assim, PSDB, PP, PDT, PSB e PMDB fechariam com o Paço. DEM, PC do B e PT seriam vencidos.
A operação do Paço, orientada à distância por Salvaro, provocou a ira do vereador Douglas Mattos, PC do B, que vem sustentando as suspeitas de irregularidades, ilegalidades e desvios no contrato do esgoto. Ele fez discurso contundente na tribuna e mergulhou em articulações de bastidores. Quer evitar que a relatoria da CPI fique com aliado do Paço. E assim, reassumir a dianteira do processo.
Parceiros
Dois vereadores do PMDB acompanham o prefeito Salvaro na viagem à Itália. Toninho da Imbralit, presidente da Câmara, e Vanderlei Zilli. Ontem, na Câmara, especulações eram feitas sobre a possibilidade de o prefeito ter tratado do assunto com os dois.
O troco (mais…)
Adelor Lessa – A Política no sul do Estado
Kassab vem a Capital e define adesão de Colombo e deputados ao PSD
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, “criador” do novo PSD, veio ontem à noite a Florianópolis apenas para participar da reunião com o governador Raimundo Colombo e a cúpula estadual do DEM, incluindo todos os deputados estaduais e federais e alguns prefeitos. Chegou depois das 22h30min. Acompanhado de assessores jurídicos, Kassab tirou dúvidas e passou “segurança”. O esforço valeu. No final da reunião, foi consumada a decisão. Governador anunciou que sai do DEM e vai para o PSD com “time completo”.
A saída “em bloco” deverá ser oficializada nos próximos 10 dias. A entrada no PSD será em junho, na fundação do partido. O DEM será “desmontado” em Santa Catarina. Não ficará com nenhum deputado e provavelmente nenhum prefeito. Santa Catarina será o estado onde o PSD “nasce” mais forte.
O novo partido, inclusive, “nascerá” em Santa Catarina mais forte que o DEM, porque já tem certas as adesões de deputados de outros Partidos. Um deles, o deputado estadual Kennedy Nunes, um campeão de votos, que saiu do PP no fim de semana. Deputado federal Jorginho Mello é outro. Está de saída do PSDB.
No sábado, Raimundo Colombo e Gelson Merísio, presidente da Assembléia, foram à Recife para reunião com governador Eduardo Campos, PSB, com quem o PSD deve fundir nos próximos meses. A reunião de ontem à noite foi na casa de Merísio.
Posse
Líderes políticos do Sul catarinense prestigiam hoje em Florianópolis a posse da deputada Ada de Luca, PMDB, na Secretaria de Justiça. Única mulher no colegiado de Colombo e uma das poucas lideranças do Sul no governo. Além dela, só Paulo Meller, presidente do Deinfra.
No Planalto (mais…)
Adelor Lessa – A Noticia Política no Sul do Estado
Em “não” pré-eleitoral, Governo de Mariano não passa no teste!
O resultado não foi desastroso, mas foi “muito ruim”. Os números da pesquisa do IPC, no meio de um ano pré-eleitoral, são suficientes para acionar sinal de alerta no Governo Mariano Mazzuco, de Araranguá. Simplesmente “metade” dos cidadãos reprova o trabalho do “chefe” da cidade. Não precisa dizer mais nada!
Em números: 43,25% reprova, 47% aprova. Considerando a margem de erro, “zero mata zero”. Fica tudo igual. E tem quase 10% que não está nem aí para a hora do Brasil. Ou seja, para eles, o Governo “não fede, e não cheira!”.
Prevalecendo a regra que durante Governo não consegue “recuperar” crédito durante campanha eleitoral (cai ou fica como está), o “time” de Mariano tem menos de um ano para melhorar os seus índices.
Mariano não será candidato a reeleição (já cumpre segundo mandato), mas terá um candidato, que vai depender do “crédito” do seu Governo para pelo menos largar bem na campanha. Ainda mais que o seu “preferido”, vereador Daniel Viriato, é o secretário forte da sua equipe, chamado até de “primeiro-ministro”. O outro pré-candidato do PP, Dau Ghizzo, mesmo que não seja “apadrinhado” pelo prefeito, vai sofrer inevitavelmente os reflexos do seu Governo, se vier a ser o candidato.
A leitura pró Mariano pode chamar a atenção para o fato de o Governo estar no sétimo ano seguido de mandato. Mas num Governo considerado bom, não tem desgaste. Lembram quanto Lula tinha no fim do segundo mandato?
Foco
Apenas pelos números apontados pela pesquisa, o principal problema do Governo Mariano está no setor de obras. Deu 25% (1/4 dos pesquisados) de “positivo” e 32% de negativo.





