SEGURANÇA PÚBLICA
Imbituba: três armas são entregues na campanha do desarmamento
Imbituba – Através da Campanha Nacional do Desarmamento mais três armas de fogo e 163 munições de diferentes calibres, que foram entregues na Guarnição Especial de Imbituba. O quartel é um dos postos de entrega voluntária de armas da campanha. Qualquer pessoa que queira entregar uma arma de fogo deve se dirigir ao posto mais próximo, que pode ser encontrado no site http://www.entreguesuaarma.gov.br. Importante reforçar que é preciso retirar uma guia de trânsito para o transporte da arma, que pode ser preenchida no próprio site da campanha. Após a entrega da arma de fogo o cidadão receberá um protocolo para sacar uma indenização, onde o valor pode variar de R$ 100, R$ 200 e R$ 300, conforme a arma de fogo.
Os péssimos salários da Polícia catarinense
O deputado Sargento Amauri Soares voltou a cobrar do governo do Estado medidas urgentes na área de segurança pública para promover reajuste salarial aos praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, durante pronunciamento feito semana passada na Assembléia Legislativa. Não chegou a se manifestar com relação aos policiais Civis, mas no mesmo dia do pronunciamento do deputado surgiu um movimento também entre eles pela busca de melhores salários. A foto que acompanha essa nota, por exemplo, mostra os policiais civis reunidos numa manifestação na última semana em Criciúma. Alertar a população sobre o descaso do governo com a segurança pública. Este foi o objetivo de uma coletiva de imprensa promovida pelos policiais civis e realizada durante à tarde da quinta-feira (20), na sede da Divisão de Investigação Criminal de Criciúma. O chamado Movimento Unificado da categoria está atuante em forma de cartazes e camisetas. Agentes, escrivães e delegados de polícia se vestiram com os dizeres: “Descaso do Governo com a Polícia Civil de Santa Catarina e Salário da Polícia Civil: vergonha, um dos piores do país”. Policiais de Araranguá, Criciúma e Tubarão participaram do manifesto.
O baixo salário da segurança pública, na opinião do sargento, está afetando os concursos públicos abertos recentemente para repor os agentes aposentados. “Lamentavelmente, a Polícia Militar ainda não conseguiu preencher as mil vagas garantidas pelo governador por falta de estrutura de formação e também por falta de mais jovens interessados em ingressar na PM”, explicou. “A segurança pública atualmente tem o menor piso salarial entre os servidores estaduais”.
Ou Colombo acelera o processo de readequação salarial dos policiais catarinenses, militares e civis, ou o bicho vai pegar. Não demora muito estoura uma greve geral em Santa Catarina. Escrevam.





